" Ele tinha plena consciência do que fazia. Suas metas e prioridades eram bem estabelecidas. (Lucas 18:31; João 14:31). Era seguro e determinado, ao mesmo tempo flexível, extremamente atencioso e educado. Tinha grande paciência para educar, mas não era um mestre passivo, e sim provocador. Despertava a sede de conhecimento nos seus íntimos (João 1:37-51). Informava pouco, porém educava muito. Era econômico no falar, dizendo muito com poucas palavras. Era ousadíssimo em expressar seus pensamentos, embora vivesse numa época em que imperava o autoritarismo.
Sua coragem para expressar os pensamentos trazia-lhes frequentes perseguições e sofrimentos. Todavia, quando queria falar, ainda que suas palavras trouxessem grandes transtornos, não se intimidava. Mesclava a singeleza com a eloquência, a humildade com a coragem intelectual, a amabilidade com a perpiscácia. "
CURY, Augusto. O Mestre dos Mestres - Jesus, o maior educador da história. Págs. 22-23.
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